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Para o CEO da Suplicy Cafés Especiais, transformação digital demorou a atingir o setor de alimentação, mas apps como iFood mostraram que o cliente quer conveniência.

A rede Suplicy Cafés Especiais está pronta para se tornar mais digital. A empresa, em parceria com a Visa, está lançando um aplicativo que promete facilitar a vida dos clientes. Será possível pedir e pagar por uma bebida ou produto do estabelecimento pelo App. Depois, basta passar na loja para pegar a compra.

A inovação, além de facilitar a vida de quem consome, traz novas possibilidades de negócios à rede e pode ser vetor para trazer um perfil novo de clientes, os millennials.

A história do aplicativo começa ao mesmo tempo que a Suplicy abre uma loja conceito no conjunto São Paulo Corporate Towers, na região da Vila Olímpia, centro financeiro de São Paulo. Os prédios abrigam também a sede da Visa no Brasil. “A Visa nos procurou para uma sessão de cocriação para saber onde nos apoiar e como nos ajudar. Um dos resultados foi essa ideia de um app onde o cliente poderia pedir, pagar online e retirar na loja”, conta Filipe Braga, CEO da Suplicy Cafés Especiais.

Fernando Pantaleão, vice-presidente de vendas e soluções para comércios da Visa do Brasil, conta que foram aplicados conceitos de design thinking para achar quais eram os principais problemas para os potenciais clientes da rede de cafés.

O principal deles, principalmente naquela loja dentro dos prédios comerciais, eram as grandes filas em determinados horários, como após o almoço. Chegaram então à ideia de um aplicativos que “furasse a fila”.

Por outro lado, além de permitir essa maior agilidade para os consumidores, o CEO da rede vê abertas novas possiblidades de negócios e uma forma de atingir novos públicos.

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Microlojas

O aplicativo, diz Filipe Braga, permitirá o trabalho da Suplicy com o formato de “microlojas”. Inicialmente, esse modelo será usado em 11 prédios da WeWork, empresa de espaço compartilhado de trabalho. Esse modelo dispensará a necessidade de atendentes. “Uma barreira para uma operação desse tipo era ter um funcionário e custo fixo para um volume baixo de vendas”, explica Braga. Essa barreira vai por água abaixo com o auxílio do aplicativo de autoatendimento. “Existimos há 15 anos, mas nossa penetração com millennials é baixa”, diz. A expectativa é que, ao estar no meio digital tão familiar à essa parcela da população, a rede seja mais atraente.

Braga acredita que o aplicativo é parte da transformação digital que atinge o varejo físico. “Uma das coisas que o cliente não faz online é comer. Então esse impacto digital demorou um pouco para chegar até nós. Por outro lado, vemos empresas como iFood e Rappi que permitem que o cliente ganhe tempo”, explica. Era hora de se mexer.

No lançamento, o aplicativo terá integração somente com a loja localizada nas São Paulo Corporate Towers. Até o final deste ano, de acordo com os planos da rede, o app poderá ser usado em 25 unidades.

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