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Como distinguir cada um destes tipos de cafés? É isso que vamos explorar agora e eliminar as suas dúvidas sobre as diferenças de cada tipo de café.

Você não dispensa um bom café? Toda manhã você já acorda pensando naquele café quentinho e depois do almoço não vê a hora de tomar um café espresso? Não importa a hora e o local, o café é paixão nacional e o consumidor brasileiro não só está cada vez mais exigente com a qualidade do produto, como também quer variedade de sabores e aromas.

Segundo uma pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) em 2010, 97% dos entrevistados disseram consumir café pelo menos uma vez por dia. Ou seja, é inegável que essa bebida é sucesso absoluto no Brasil, mas muita gente ainda se confunde com os tipos de café oferecidos no mercado.

Em 2005, a ABIC criou o Programa de Qualidade do Café (PQC) para garantir a segurança alimentar e certificar o café torrado e moído, bem como o grão torrado, de acordo com alguns parâmetros de qualidade. Dois anos depois, o PQC se tornou segmentado com o surgimento das categorias tradicional, superior e gourmet para classificar o produto.

Diferença as categorias de café especial e café tradicional.

O PCQ faz a sua avaliação numa escala sensorial de 10 pontos, cada café analisado recebe uma nota segundo as características avaliadas no produto: tipo de café, aroma, corpo, sabor, moagem, torra e bebida. Um provador experiente e treinado é quem faz a avaliação da bebida. Quanto maior a nota do café, melhor ele é.

Já para a categoria de Cafés especiais, quem faz a classificação é a BSCA, ou Brazillian Specialty Coffee Association, que tem por finalidade, através de parcerias para pesquisas, difusão de técnicas de controle de qualidade e com as promoções de produtos, elevar os padrões de excelência dos cafés brasileiros oferecidos nos mercados interno e externo. É a única instituição brasileira a certificar lotes que podem ser monitorados através de selos de controle de qualidade de cafés especiais, com rastreabilidade total através de numeração individual, cujas consultas são disponibilizadas pela BSCA aos consumidores.

Café Tradicional

Esse tipo de café apresenta a qualidade mínima aceitável, e para conseguir esse selo é preciso atingir uma nota entre 4,5 e 6, sendo que notas inferiores não podem ganhar o certificado de qualidade tradicional. Os cafés tradicionais podem ter até 20% de defeitos no seu blend. Então, até 20% (ou um quinto) da sua composição pode ser formada por grãos com defeito, verdes, pretos, passados ou ardidos. Esses grãos verdes ou defeituosos acabam interferindo e prejudicando o sabor e o aroma do café. O café tradicional é aceitável para o consumo, mas ainda distante dos níveis mais altos de pureza e qualidade.

Café Superior

Para se classificar como esse tipo de café é preciso reduzir para até 10% a presença de grãos defeituosos na sua composição, além de atingir uma pontuação entre 6 e 7,3 na avaliação dos provadores. Esse é um café que já apresenta maior qualidade do que o café tradicional, mas ainda não é 100% puro, portanto seu sabor ainda é afetado. Podemos diferenciar o superior do tradicional pela redução considerável de defeitos no blend e a pontuação mais elevada na escala de qualidade.

Café Gourmet

Esse sim é um café sem defeitos, completamente puro, o que o torna um café especial com sabores e aromas distintos, proporcionando uma experiência única ao consumidor. O café gourmet não pode apresentar nenhum grão com defeitos, ao contrário das outras duas categorias inferiores.

Feito 100% com café de origem arábica, a seleção de grãos é rigorosa e o ponto da torra é mais preciso. Para obter esse selo de qualidade, a nota do café também precisa ser superior a 7,3, garantindo ao consumidor um produto de alta qualidade.

Café Especial

Cafés Especiais são grãos isentos de impurezas e defeitos que possuem atributos sensoriais diferenciados. Estes atributos, que incluem bebida limpa e doce, corpo e acidez equilibrados, qualificam sua bebida acima dos 80 pontos na análise sensorial. Além da qualidade intrínseca, os cafés especiais devem ter rastreabilidade certificada e respeitar critérios de sustentabilidade ambiental, econômica e social em todas as etapas de produção.

Portanto, todo café rotulado como especial passou por uma extensa análise que considerou diversos pontos sobre o sabor, e também sobre aspectos extras.

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