Escolha uma Página
Turismo do café ganha força e se desenvolve no Brasil

Turismo do café ganha força e se desenvolve no Brasil

Além da ‘Rota do Café Especial’, circuito mais conhecido, outras regiões passaram a organizar itinerários.

“Quando caminhei entre os pés de café” descobrindo as diferentes variedades, “tive a impressão de visitar um vinhedo”, relata Camila Coubelle, de 36 anos, fã do turismo do café, que está crescendo no Brasil.

Esta publicitária brasileira visitou uma plantação de café pela primeira vez em agosto, uma nova tendência turística no país, o maior produtor de café do mundo, inspirada no turismo do vinho e nas rotas dos queijos na Europa.

Ao arredondar seus rendimentos, os produtores de café contribuem para o desenvolvimento de áreas rurais distantes do litoral onde os turistas geralmente se concentram.

Coubelle seguiu a “Rota do Café Especial”, um circuito organizado na Fazenda Centenária, no estado de Minas Gerais. A plantação está localizada na região cafeeira de Mantiqueira de Minas, uma das cinco regiões brasileiras a ter o selo de Indicação Geográfica de Origem.

A propriedade de 800 hectares, dos quais 240 dedicados ao café, produz a especialidade Arábica, que tem uma qualidade e um preço bem acima dos grãos comuns e que requer um processo de trabalho mais complexo.

A família Pereira, que cultiva café há quatro gerações, começou a organizar um tour pela propriedade para seus compradores em 2010, antes de expandir a experiência a turistas e agora recebe quase 2,5 mil pessoas por ano para uma visita de quatro horas, a R$ 100.

“No final, pudemos provar vários cafés com aromas sensacionais, e desde então não consigo beber café tradicional. Compro produtos de melhor qualidade e pesquiso a origem deles”, acrescenta Camila Coubelle.

Nicho turístico de grande potencial

A “Rota do Café Especial” é o circuito turístico de café mais conhecido do Brasil, mas outras regiões também estão começando a organizar itinerários.

No Cerrado Mineiro, passeios já são organizados para profissionais do café.

Produtor João Paulo Rodrigo colhe grãos de café em sua fazenda familiar em Forquilha do Rio (Foto: Mauro Pimentel/AFP)

“Por enquanto, ainda não temos uma rota turística, mas o turismo de negócios está crescendo, e estamos recebendo compradores, torradores e proprietários de cafés dos Estados Unidos, Europa e Ásia que veem conhecer nossa cultura e fornecedores. Nosso potencial de turismo é muito grande”, diz Juliano Tarabal, diretor da Federação de Produtores de Café do Cerrado Mineiro.

O serviço brasileiro de apoio para micro e pequenas empresas (Sebrae) de Minas Gerais e os produtores de café pretendem desenvolver a oferta hoteleira e os circuitos.

No estado vizinho do Espírito Santo, os turistas que visitam as trilhas do Parque Nacional de Caparaó às vezes param na casa de Afonso Lacerda. Este cafeicultor, que agora produz Arábica de qualidade superior, abriu recentemente um café onde vende seus produtos.

“A metade dos turistas que passa por aqui vem visitar o parque e descobrem a nossa propriedade por acaso. A outra metade vem das grandes cidades do litoral para conhecer a região do café. Hoje em dia, minha família poderia sobreviver apenas com a nossa loja”, comemora.

Um pouco mais distante, os vizinhos construíram pousadas abaixo de sua plantação. Os cafeicultores da região desejam aproveitar a fama crescente do seu café, alcançada através dos inúmeros prêmios de excelência conquistados nos últimos anos, e trabalham com funcionários do governo e profissionais do turismo para atrair mais visitantes.

As rotas do café ainda são um nicho do mercado turístico brasileiro, ignorado pelas campanhas nacionais de promoção e muito pouco conhecidas pelos viajantes.

De acordo com um estudo do Ministério do Turismo publicado em março, 76,9% dos entrevistados disseram que a praia é seu destino favorito para os feriados.

Mas o turismo de café tem um grande potencial de desenvolvimento: neste país de 207 milhões de pessoas, 206 milhões de viagens são feitas anualmente, no total de 60 milhões de brasileiros.

Fonte: Exame – Turismo & Negócios

Café especial brasileiro é ouro em grão para pequenos produtores

Café especial brasileiro é ouro em grão para pequenos produtores

O café arábica “especial”, com qualidade e preço muito superiores ao comum, permite que os produtores escapem das flutuações dos preços e garantam sua renda.

“Aqui, nós sempre produzimos café comum, e mal conseguíamos sobreviver com esta produção. Nunca pensamos que poderíamos fazer café especial”, conta Afonso Abreu de Lacerda, assinalando que não sabia que tinha “tal tesouro entre os dedos”.

O agricultor Afonso Abreu de Lacerda, 45, em sua propriedade em Forquilha do Rio, e Dores do Rio Preto, Espírito Santo

Na ladeiras das montanhas de Caparaó, entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o agricultor de 45 anos e seus vizinhos acabaram de colher manualmente as bagas vermelhas e amarelas dos arbustos de até dois metros de altura.

Eles produzirão o café Arabica “especial”, com qualidade e preço muito superiores ao café comum, do qual o Brasil é o maior produtor mundial.

Este café de qualidade superior permite que os produtores escapem das flutuações dos preços mundiais e garantam sua renda.

Depois de classificar as “cerejas” de café de acordo com seu nível de maturidade, ou seja, as cascas semi-rígidas que servem de abrigo aos grãos, e retirarem sua polpa com a ajuda de uma máquina, Afonso lava os grãos maduros e os dispõem sob estufas abertas, construídas abaixo da plantação de 20 hectares.

De oito a dez vezes por dia, ele e seus dois irmãos, Ademir e José Alexandre, também cafeicultores, revolvem os grãos com um ancinho para garantir uma secagem uniforme, que, dependendo da estação, pode durar até um mês.

“Antes, colhíamos todas as cerejas de café ao mesmo tempo, inclusive as que não tinham chegado ao nivel ideal de maduração. Colocavamos todas no chão para secar, sem ter tirado a casca e quando chuvía, cobríamos com uma lona de plastico

“Anteriormente, colhíamos todas as cerejas de café ao mesmo tempo, incluindo as que ainda não tinham chegado ao nível ideal de maturação”, explica.

Depois, vendiam tudo para as empresas de torrefação “que misturavam todos os grãos, qualquer fosse a qualidade deles”.

A 1.180 metros de altitude, a propriedade, localizada em Forquilha do Rio, em Dores do Rio Preto, pertenceu ao avô e depois ao pais de Afonso, que como nas demais pequenas fazendas familiais da região produziam café segundo este método e viviam em dificuldades.

O melhor dos grãos

Após uma visita de um técnico do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) há uma década, Afonso e seus irmãos descobriram que sua plantação tinha potencial para produzir café de alta qualidade.

O agricultor Eduardo José Protázio, 26, em sua propriedade em Forquilha do Rio, e Dores do Rio Preto, Espírito Santo

“Nosso solo é ideal, mas devíamos melhorar nossos métodos de trabalho, especialmente o processo pós-colheita”, explica Afonso.

Em seguida, participou de formações e treinamentos com outros agricultores e em 2009 recebeu das autoridades públicas uma máquina para triagem e uma despolpadeira.

No ano seguinte, Afonso ganhou, para sua surpresa, uma competição regional de café de alta qualidade, antes de conquistar vários títulos nacionais.

Hoje, dos quase 750 sacos de 60 kg produzidos a cada ano em suas duas propriedades, 400 são preenchidos com café especial, que ele vende por até 1.500 reais a unidade, contra os 430 reais cobrados pelo café comum.

Lista de espera

Precursores na região, Afonso e seus irmãos agora vendem seus grãos para as melhores lojas especializadas do Brasil e exportam dois terços para vários países, incluindo Estados Unidos, Austrália e Japão.

Como eles, dezenas de cafeicultores das montanhas de Caparaó se voltaram para esse mercado mais exigente, mas mais lucrativo e crescente.

De acordo com a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), enquanto a demanda global por café comum vem aumentando 2% por ano, enquanto que o aumento para o café superior está crescendo entre 10 para 15%.

“No começo, tínhamos que ir até os clientes; hoje temos uma lista de espera de compradores”, ressalta Cecilia Nakao, de 53 anos, produtora e barista profissional.

Em sua pousada, perto da fazenda de Afonso, esta especialista prova cafés como se fossem vinhos e aconselha os cafeicultores.

“Com a produção desse tipo de café, o agricultor se aproxima do consumidor final e do próprio produto dele e pode permitir-se de ser mais exigente com seus intermediários”, diz ela.

“Para um pequeno cafeicultor brasileiro, tornar-se um ator-chave do mercado é algo muito novo”, destaca.

Fonte: Folha de São Paulo

Finalmente uma empresa lança no mercado cápsulas biodegradáveis

Finalmente uma empresa lança no mercado cápsulas biodegradáveis

Novas cápsulas feitas de um exclusivo bioplástico tem capacidade de se tornar adubo em até quatro meses 

O produto é o primeiro no Brasil a receber o Rótulo Ecológico ABNT – o único programa de rotulagem ambiental brasileiro aprovado pelo Global Ecolabelling Network (GEN), que garante que o produto certificado é a melhor opção para o meio ambiente, em comparação a produtos similares da mesma categoria

Orfeu, um café Categoria Especial, certificado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), dá um passo importante em sua história. Após um ano de intensa pesquisa e investimentos para encontrar a melhor solução para a sua linha de cápsulas de café, a marca lança sua cápsula biodegradável e compostável. Com isso, todas as cápsulas de café Orfeu fabricadas a partir de 1º de outubro, passam a ser produzidas neste novo material.

“Após muita pesquisa e dedicação, estamos muito felizes em dizer que as cápsulas de café Orfeu, compatíveis com as máquinas Nespresso®, são biodegradáveis e compostáveis. Conseguimos dar um grande passo para tornar sustentável o consumo e descarte de cápsulas de café de uma forma mais prática, viável e efetiva para os clientes”, conta Amanda Capucho, diretora geral de Orfeu Cafés Especiais, marca brasileira com 12 anos de existência.

A cápsula biodegradável e compostável de Orfeu, quando destinada ao tratamento de lixo orgânico, tem um ciclo de até quatro meses para se degradar completamente e se transformar em adubo, um nutriente para a natureza. Esta transformação é possível porque as cápsulas de Orfeu são feitas de um exclusivo bioplástico compostável.   

A nova cápsula de Orfeu possui todas as certificações necessárias pela norma EN-13432, representadas pelos selos “OK Compost” e “OK Biobased”. Ela é feita a partir de fontes renováveis e sua composição é livre de alumínio, livre de Bisfenol A (BPA Free) e de transgênicos (GMO Free).  Além disso, elas são as primeiras no Brasil a receber o Rótulo Ecológico ABNT – o único programa de rotulagem ambiental brasileiro aprovado pelo Global Ecolabelling Network (GEN), que garante que o produto certificado é a melhor opção para o meio ambiente, em comparação a produtos similares da mesma categoria. Na categoria de cápsulas de café, o selo exige que o material da cápsula seja biodegradável ou compostável, além de diversos critérios que envolvem responsabilidade socioambiental no processo produtivo, desde a plantação, até a embalagem.

“Esta iniciativa é um dos diversos passos que damos diariamente para firmar um compromisso que nasceu conosco: cuidar bem do café, das pessoas e de nossa terra. Sabemos que esse zelo resulta diretamente na qualidade de cada xícara de Orfeu”, comenta Amanda.

Para todo esse lixo orgânico voltar à natureza de forma limpa e sustentável, ele deve ser descartado de forma adequada para iniciar o processo de biodegradação e compostagem.

Coleta seletiva: em algumas cidades no Brasil, já é possível destinar o lixo orgânico de forma adequada para tratamento. Se o consumidor já faz uso da coleta seletiva e ele destina o lixo orgânico para estações de compostagem, basta garantir que suas cápsulas estejam sendo descartadas no lixo orgânico. Nesse processo, a biodegradação da cápsula acontece em até quatro meses. 

Composteira termofílica: é um recipiente de materiais orgânicos que, com a reação natural das bactérias e dos fungos ao calor e ao oxigênio, transforma o lixo orgânico em adubo. Atualmente, existem empresas que recebem este tipo de lixo, mas também é possível que os consumidores façam em seus próprios lares. Nesse processo, a biodegradação da cápsula acontece de 2 a 4 meses.

Composteira elétrica (processadora de resíduos orgânicos): processa rapidamente os resíduos orgânicos por meio do calor e da movimentação mecânica. Há composteiras domésticas como a Ecobox® e composteiras industriais, que são comumente utilizadas em restaurantes, empresas e shoppings. Se a cápsula for misturada aos restos de alimento, cascas de frutas e demais materiais orgânicos, gera-se um adubo ainda mais rico em nutrientes. Nesse processo, a biodegradação da cápsula é acelerada e acontece em até 7 horas.

Caso o consumidor tenha acesso ao adubo gerado por suas cápsulas biodegradáveis, é recomendável que o material retorne à natureza. Para isso, basta misturar a proporção de uma parte de adubo para três partes de terra, para que as plantas possam receber todos estes nutrientes de forma equilibrada.

 Para garantir a qualidade e frescor do café, as cápsulas de Orfeu vêm em embalagens plásticas preenchidas com gás nitrogênio. Esse material é reciclável e, portanto, deve ser descartado no lixo de recicláveis.

“Esse estudo contou com investimento e levou tempo para se concretizar porque pensamos não só em chegar na cápsula de biodegradação mais eficaz, como também para que essa mudança pudesse manter a mais alta qualidade do nosso café até a xícara”, explica Amanda.

As novas cápsulas biodegradáveis de Orfeu já podem ser encontradas na loja virtual da marca (cafeorfeu.com.br). A compra também pode ser feita em todo o varejo nacional, de acordo com a transição de estoques com o modelo de cápsula anterior. Orfeu também conta com café em Grãos e Torrado & Moído em seu portfólio de produtos.

Para mais informações, basta acessar: www.cafeorfeu.com.br/bio

10 Dicas Para Bombar o Instagram da Sua Cafeteria

10 Dicas Para Bombar o Instagram da Sua Cafeteria

O Instagram é um ótimo aliado para angariar novos clientes e estabelecer um relacionamento com as pessoas que curtem e visitam as cafeterias. O algoritmo do Instagram tem a mesma lógica do Facebook, nem todos os seus seguidores vão receber a foto postada e para “burlar” esse sistema, as fotos precisam ser engajadoras, bonitas e instigantes. Quanto mais pessoas curtindo e interagindo, os robôs entendem que o conteúdo é relevante e irão mostrar para mais pessoas.

Manter um perfil ativo e com ótimo conteúdo, além de deixar o seu perfil mais profissional, trará retorno e visibilidade. Mas, na correria do dia a dia, as vezes fica difícil conseguir ter um cuidado especial com o perfil do Instagram, ainda mais se a cafeteria não tem uma equipe especializada cuidando da conta. Se esse for o seu caso, tenho 10 dicas para Bombar o Instagram da Sua Cafeteria.

1 – POSTE FOTOS COM QUALIDADE

dicas-instagram-cafeteria-2

Pode parecer básico, mas a primeira coisa que temos que colocar na cabeça é que o Instagram é uma rede social de fotografia, ou seja, para fazer sucesso é fundamental ter boas fotos, em alta qualidade. Não adianta, mesmo com os smartphones com ótimas câmeras, nada substitui a qualidade das fotos feitas com câmeras profissionais. Junte uma grana, peça emprestado para um amigo ou contrate um fotógrafo para fazer as imagens. Você verá a diferença de qualidade imediatamente, e a consequência: mais likes nas suas postagens.

2 – PENSE NO FEED COMO UM CARDÁPIO
dicas-instagram-cafeteria-4

Não poste algo só por postar. Pense que a pessoa que não conhece sua cafeteria pessoalmente, mas entra no seu perfil, precisa ter vontade, água na boca, para sair de casa e visitar seu estabelecimento. A visão é o principal sentido responsável pela nossa decisão de compra. Fotos de doces, café saindo fumacinha, salgados apetitosos, use o cardápio a seu favor, você tem material de sobra.

3 – UTILIZE HASHTAGS RELEVANTES

O Instagram permite usar 30 hashtags por foto, não tenha medo de usar todas elas. A estratégia correta é escolher hasthtags relevantes para cada foto. Opte por hashtags que tenham a ver com a postagem, quanto mais específicas, o Instagram lhe premiará dando mais relevância.  Tire da sua lista #TrocoLikes, #FollowMe, etc.

4 – CRIE UMA HASHTAG CONCEITO

Além da “#nomedaminhacafeteria”, pense em uma hashtag que traga o conceito da sua cafeteria. O que você acredita, qual é o objetivo do seu trabalho, a tão falada “missão da empresa”. Pode parecer algo batido, mas os clientes adoram compartilhar uma foto com uma campanha que tenha algum propósito.

5 – IDENTIFIQUE OS MELHORES HORÁRIOS

Faça testes durante algumas semanas, e poste fotos em diferentes horários. No geral, 17h é o horário de pico do Instagram, mas cada caso é um caso. No ramo do café, postar fotos de manhã cedo, um pouco antes ou um pouco depois do almoço (12h-13h), também são bons horários. Identifique os seus melhores horários para cada dia da semana e poste regularmente. É natural as pessoas olharem o Instagram antes de sairem de casa ou quando a hora do almoço e o fim de expediente está chegando. Pense como consumidor e crie postagens que sejam interessantes para cada momento. Atenção: 1 foto por dia está mais do que bom.

6 – TENHA UM FILTRO PRÓPRIO

@LAPETITENOOB

@LAPETINENOOB

A grande diferença de um Instagram bom, para um Instagram meia boca, é a identidade visual. As blogueiras sabem usar esse detalhe muito bem. É importante ter uma linguagem visual própria e os filtros servem para isso.  Se a sua cafeteria combina com tons mais neutros, pasteis, contrastantes, opte por 1 filtro que traga esse visual. O app VsCo é ótimo para você decidir tudo isso – leia mais abaixo!

7 – INTERAJA COM AS PESSOAS

Um dos grandes erros das cafeterias que estão no Instagram, e das marcas em geral, é não interagir com as pessoas. O Instagram é uma rede social, e como toda rede social, foi feita para conversar, conhecer coisas novas e se relacionar. Quando alguém comenta na sua foto, agradeça, mantenha uma conversa. Sinceramente, um perfil que tem 10 mil seguidores e segue 4 pessoas, por exemplo, é puro sucesso, mas para mim, mostra que ele não faz questão nenhuma de estabelecer contato com os consumidores.

8 – ABUSE DE REFERÊNCIAS
dicas-instagram-cafeteria-5

Se você não tem uma formação ou um contato grande com fotografia e design, trabalhe o seu olhar e veja muitas marcas, muitas fotos boas e inspiradoras. Com o tempo, no momento em que for produzir alguma foto, terá boas referências na memória. O Pinterest é o melhor lugar para ter inspirações de fotos, ângulos, temas. Divirta-se!

9 – NÃO TENHA MEDO DE INVESTIR EM PROFISSIONAIS

Marketing não é gasto, é investimento. Se a sua cafeteria já obteve o ponto de equilíbrio e está gerando lucro, pense com carinho em contratar um profissional especializado para cuidar do seu perfil. O mercado é competitivo, todo momento surge um concorrente para você ficar de olho e um bom trabalho de marketing ajuda a conquistar mais fãs. Agora, nada de  contratar o filho do amigo, o sobrinho, se não forem realmente experiente na área. Ai sim você estará jogando dinheiro fora.

10 – DICA BÔNUS – APPS PARA BAIXAR:

Phonto: Para produzir artes com textos/frases.
VSCO: Para definir o seu filtro próprio. Ele disponibiliza famílias de filtros, alguns gratuitos e outros pagos, com diversas opções, para todos os gostos.  Após definir qual usar, sempre tire uma foto e aplique o filtro escolhido via VSCO. O Instagram também tem boas opções, mas o VSCO tem os melhores e os mais bonitos. ATENÇÃO: Pegue leve nos contrastes, saturação, nitidez, pois se abusar, fica muito falso/forçado.
SNUG: Ótimo para criar um feed engajador. Ele serve para testarmos como cada foto fica em determinada posição. Bom para pensar nas paletas de cores, mosaicos, e ordem de cada foto.
INSTAMIZER: Ele não é um aplicativo, mas é a melhor plataforma para programar postagens no Instagram.

Se tiver dúvidas, sinta-se a vontade para perguntar aqui nos comentários. Será um prazer ajudar. =)

Cold Brew, o café extraído por 18 horas com água fria.

Cold Brew, o café extraído por 18 horas com água fria.

O costume brasileiro de tomar cafezinho está ganhando ares mais refrescantes com o cold brew. A bebida, já conhecida de americanos e europeus, começa a crescer aqui no Brasil com produções artesanais.

Normalmente bebido com gelo, o “cold brew” é um tipo de café extraído a frio, ou seja, não tem contato com água quente como ocorre na forma tradicional. Por usar água fria, o processo de obtenção da bebida é bem mais lento –pode levar até 18 horas.

Em função da forma como é extraído, ele tem características diferentes do café de água quente. Mais leve e adocicado, tem menos acidez e cerca de 30% menos cafeína, o que permite o seu consumo em maior quantidade.

Bons momentos, é o que desejamos pra hoje. #coldbrew #truecoffeebrasil

Uma foto publicada por True Coffee Brasil™ (@truecoffeebrasil) em

A combinação da bebida com outros ingredientes, como o limão, laranja e até mesmo sendo uma base de criação para drinks alcoólicos ou não-alcoólicos, foi um dos motivos que atraíram Ton Rodrigues da True Coffee Brasilpioneira na produção deste produto aqui no Brasil.

Barista e mestre de torras, ele conheceu o cold brew nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, estudou por oito meses até chegar a uma receita que considerou ideal para a bebida. “Trabalho com café há dez anos e, num país tropical como o nosso, não tínhamos nada nessa linha”, diz ele, que escolheu usar café orgânico para fazer infusões de 18 horas com água a 17ºC.

O cold brew é muito diferente do café tradicional. Tem muito aroma, uma doçura natural e baixa acidez. É mais sutil e agradável de beber do que um expresso – comenta o barista Ton Rodrigues que produz 3  uma versões de cold brew:  Clássica, Vanilla e Nitro.

Disponível para compra online: www.truecoffeeinc.com.br

Veja também:

A ORIGEM DO COLD BREW

HOP & COLD, O PRIMEIRO COLD BREW LUPULADO DO BRASIL.

Documentário: A Film About Coffee

Documentário: A Film About Coffee

A Film About Coffee é uma carta de amor e uma meditação sobre cafés especiais. Ele examina o que é preciso, e o que isso significa, para o café ser definido como “especial”.

afilmaboutcoffee2-1O café reconhece prática e disciplina. Quanto mais cuidadoso for o processo que vai da fazenda até a xícara, mais saborosa será a bebida. Essa conclusão simples revela a alma do longa A Film About Coffee, um documentário que percorreu desde plantações em Ruanda e Honduras até cafeterias em Portland, Seattle, São Francisco, Nova York e Tóquio – tudo para descobrir os segredos que fazem do grão um ingrediente tão amado em todo o planeta. Através dos olhos e das experiências dos agricultores e baristas, o filme oferece uma visão única de todos os elementos: processos, preferências e preparações. Tradições novas e antigas se juntam para criar as melhores xícaras. Este é um filme que preenche lacunas tanto intelectuais quanto geográficas, evocando e proporcionando sabor e prazer.

 

 

 

Prepare seu café e bom filme:

A Film About Coffee // OFFICIAL TEASER from brandon loper on Vimeo.